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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Quaresma
Neste tempo de graças que é a Quaresma devemos aproveitar para fazermos uma renovação espiritual. O Apóstolo São Paulo insistia: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20); "exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2).
Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias antes de enfrentar tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer nos ensinar como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.
Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido é lembrar que um dia a vida termina neste mundo, "voltamos ao pó". Por causa do pecado, Deus disse a Adão: "És pó, e ao pó tu hás de tornar". (Gênesis 2, 19)
Este sacramental da Igreja nos lembra que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que devemos viver em função disso. As cinzas nos lembram que após a morte prestaremos contas de nossos atos, e todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc.
Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola ('remédios contra o pecado'). É tempo para meditar a Bíblia, especialmente os Evangelhos, a vida dos Santos, viver um pouco de mortificação (cortar um doce, deixar a bebida, cigarro, passeios, churrascos, a TV, alguma diversão, etc.) com a intenção de fortalecer o espírito para vencer as fraquezas da carne.
Na Oração da Missa de Cinzas a Igreja reza: "Concedei-nos ó Deus todo poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma para que a penitência nos fortaleça contra o espírito do Mal".
Sabemos como devemos viver, mas não temos força espiritual para isso. A mortificação fortalece o espírito. Não é a valorização do sacrifício por ele mesmo, e de maneira masoquista, mas pelo fruto de conversão e fortalecimento espiritual que ele traz; é um meio, não um fim.
Quaresma é um tempo de "rever a vida" e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: "Vigiai e orai, porque o espírito é forte mas a carne é fraca".
Embora este seja um tempo de oração e penitência mais profundas, não deve ser um tempo de tristeza, pois a alma fica mais leve e feliz. O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma.
Santo Agostinho dizia que "o pecador não suporta nem a si mesmo", e que "os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria". A verdadeira alegria brota na virtude, na graça; então, a Quaresma nos traz um tempo de paz, alegria e felicidade, porque chegamos mais perto de Deus.
Para isso podemos fazer uma confissão; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Jesus instituiu a confissão em sua primeira aparição aos discípulos, no mesmo domingo da Ressurreição (Jo 20,22) dizendo-lhes: "a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados estarão perdoados". Não há graça maior que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.
Jesus quis que nos confessemos com o sacerdote da Igreja, seu ministro, porque ele também é fraco e humano, e pode nos compreender, orientar e perdoar pela autoridade de Deus. Especialmente aqueles que há muito não se confessam, têm na Quaresma uma graça especial de Deus para se aproximar do confessor e entregar a Cristo nele representado, as suas misérias.
Uma prática muito salutar que a Igreja nos recomenda durante a Quaresma, uma vez por semana, é fazer o exercício da Via Sacra, na igreja, recordando e meditando a Paixão de Cristo e o seu sofrimento para nos salvar. Isto aumenta o amor a Jesus e aos outros.
Não podemos esquecer também que a Santa Missa é a prática de piedade mais importante da fé católica, e que devemos participar, se possível, todos os dias da Quaresma. Na Missa estamos diante do mesmo e único Calvário. Sim, não é a repetição do Calvário, nem apenas a sua "lembrança", mas a sua "presentificação"; é a atualização do Sacrifício único de Jesus. A Igreja nos lembra que todas as vezes que participamos bem da Missa, "torna-se presente a nossa redenção".
Assim podemos viver bem a Quaresma e participar bem da Páscoa do Senhor, enriquecendo a nossa alma com as suas graças extraordinárias; podendo ser melhor e viver melhor.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Deus te levanta
Quando todas as coisas estão mudando... é Deus quem te segura e é quem te levanta os teus olhos para ver muito mais além!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Amor de Deus
O tema de hoje no nosso Grupo de Jovens foi sobre o amor de Deus, e eu tratei de buscar ainda mais informações pra quem se interessar, que todos possamos sentir o Amor de Deus.
Sendo nós ainda pecadores, Deus prova o seu amor por nós, Jesus Cristo, a maior expressão do amor de Deus pela humanidade, porque Deus
amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que
todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16). Portanto, aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor, e o seu amor é à base da aliança, o fundamento da sua fidelidade e a razão da eleição do seu povo.
Tentamos buscar nos dicionários bíblicos algum significado para expressar com palavras, o amor, mas verdadeiramente o amor é inexprimível, não há palavras compatíveis para designar a profundidade e grandeza do mais sublime dos sentimentos, o amor. Mas Deus, na sua infinita sabedoria e misericórdia, nos deixou o maior exemplo do seu imensurável amor, oferecendo o seu próprio filho em sacrifício e oferta viva no altar para resgatar o homem da maldição do pecado e da morte.
E para expressar o extraordinário amor de Deus, buscamos na sua palavra algumas referências bíblicas para meditação e conforto espiritual.
Jesus Cristo é a maior expressão e prova do amor de Deus pela humanidade, porque Deus
amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que
todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16). Portanto, aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor, e o seu amor é à base da aliança, o fundamento da sua fidelidade e a razão da eleição do seu povo.
E no capítulo 2, versículo 9 da primeira carta universal do Apóstolo Pedro, o Senhor declara o seu amor de uma forma especial, por aqueles que o amam e buscam fazer a sua vontade, observem: Vós
sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo
adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das
trevas para a sua maravilhosa luz.
O amor
de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi
dado, é a mais alta qualidade da vida cristã, norteando todas as
relações de amor a Deus e ao próximo (Mateus 22.37 a 39). Esse amor é dotado de compromisso com Altíssimo e confiança absoluta nele, diluindo amor aos inimigos e renúncia em favor dos necessitados. O amor é o sentimento de apreciação ao próximo, acompanhado do desejo de lhe fazer a caridade.
Na carta aos Romanos 5.6-8, a palavra revela e exemplifica a essência do verdadeiro amor; o amor do Senhor Deus pelo homem,
ainda que este se encontrava morto no pecado pela queda no Paraíso do
Éden. Afirma o Senhor que por algum bom, por algum justo, pode ser que
alguém ouse a morrer, Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
No livro de Isaias 49.14, assim disse o Senhor Deus: Pode
uma mulher esquecer-se do seu filho que cria, que não se compadeça
dele, do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti.
O
Senhor toma como fundamento o amor materno, que sem dúvida é o mais
profundo amor entre os seres humanos para exemplificar a grandeza do seu
amor pelo homem, ainda assim, não há parâmetro para se comparar a
dimensão do seu amor que é ilimitado e interminável. Ele nos dá a certeza e segurança, ainda que, esse amor materno vier a falir, Ele, no entanto, não nos deixará desamparados. Porque Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
E
no capítulo 113 do livro dos Salmos, a sua palavra é fascinante com
tamanha demonstração de amor apontado para os mais humildes dos homens, o
qual expressa: Quem é como o Senhor, nosso Deus, que habita nas
alturas; que do pó levanta o pequeno e, do monturo, ergue o necessitado,
para fazê-lo assentar com os príncipes do seu povo; e faz com que a
mulher estéril habite em família e seja alegre mãe de filhos? Louvai ao
Senhor.
Esse
é o Deus vivo a quem servimos, confiamos e nos entregamos inteiramente.
A sua palavra é fiel e verdadeira, e digna de toda aceitação, porque se
Deus é por nós, quem será contra nós?
Quem
nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a
perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os
principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a
altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar
do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (Carta aos Romanos 8.35-39).
Portanto amados, não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça, porque o amor de Deus dura para sempre, e aquele que ama a Deus, não anda na prática do pecado, porem, qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado.
Este é o amor de Deus: Que guardemos os seus mandamentos; porque os seus mandamentos não são pesados. Porque Deus é bom, par com os limpos de coração.
A
palavra de Deus relata que as suas misericórdias são a causa de não
sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se
cada manhã. Grande é a tua fidelidade (Lamentações de Jeremias 3,22,
23).
E na primeira carta de Pedro 4.20, a palavra do Senhor nos alerta para que a nossa fé não seja vã, e descreve: Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.
Deus é tardio para irar e a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã (Salmos 30.5).
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Sem braços, sem pernas e sem desculpas
MOTIVAÇÃO
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Trabalhe por Deus
Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar (2 Timóteo 2:15)
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